sexta-feira, 25 de junho de 2010

Tenho sido ingénua, cega e burra. nao tenho problemas em admitir a realidade. tenho sido estupida ao ponto de acreditar que as coisas poderiao voltar ao normal. é claro que nao podem, é claro que é impossível. a verdade é que a minha estupidez me leva a sofrer desnecessariamente. tal como já me disseram uma vez: se quero dor então que me atire do meu prédio. não entendo como deixo que tu ainda me afectes tanto, que ainda me magoes tanto e que ainda estejas tao presente na minha vida.
o que vale é que a tua simples frase naquele dia tao especial para mim, me fez ver que já não vale a pena. já não vale a pena lutar por ti nem pela relação que tinhamos. chegou ao fim e eu aceito. a nossa história nao foi o conto de fadas que eu imaginei que era, não era tão linear como eu achava. mas agora, já te o disse, mas preciso dizer ao mundo, eu vou seguir em frente. és passado; um passado que nunca esquecerei, que será sempre importante e especial. serão sempre os anos mais felizes que algum dia viverei, mas passaram, acabaram, evaporaram-se. chegou a hora; chegou a hora de dizer adeus. e apesar de ainda te amar muito vou encerrar este capitulo, vou por um ponto final neste livro, vou passar ao acto seguinte.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

quando tiver forças deixo de ser o teu caozinho

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Espero-te

Espero-te há horas, espero-te há dias, espero-te há semanas, espero-te há meses. Espero-te. Sempre eu como sujeito acompanhado de tão duro verbo que se liga, tão infelizmente, a ti. E tu desconheces esta espera, talvez porque não queiras ver ou talvez porque eu, com a teimosia que me soubeste, o oculte.

Abre os olhos, amor, está mais que na hora de voltares. O tempo não se expande e tu ainda lhe concebes a liberdade de voar. Ontem eu estive aqui e hoje estou aqui. Não temes que amanhã não esteja?
Anda, anda p'ra mim. Hoje...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”. Tenho saudades de te ouvir dizer “amo-te para sempre”. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades da tua amizade, da tua força e da tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo.

domingo, 14 de março de 2010

MAHAL KA <3

AMEI CADA SEGUNDO @

quarta-feira, 10 de março de 2010

Desespero com a tua ausência e com este teu afastamento. Dói de mais saber que te perdi para outra pessoa. Custa-me olhar para um futuro em que sei que não te vou ter comigo. Mas acima de tudo custa-me amar-te e nao te o poder dizer.

quinta-feira, 4 de março de 2010

aceitar

A falta que me fazes não se resgata nas palavras, nas esperas nem na conjugação firme do verbo aceitar. eu sei que tudo o que te digo cai por terra, que a minha espera é totalmente inútil e acima de tudo sei que nunca saberei conjugar o verbo, que tudo muda, mas que é o que menos desejo ou o que mais temo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

desta vez o importante sou eu.

sabes bem que nunca irás por completo, ficará sempre um pouco de ti em mim <3 . foste muito importante, foste tudo, foste algo que nunca pensei ser possivel. mas apesar de te amar muito a ti, amo-me muito mais a mim. e é exactamente por isso que agora o mais importante sou eu, a minha felicidade e a minha VIDA.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

desistir .

"Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.”

Margarida Rebelo Pinto